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Do “tigrinho” ao copy trade: por que a mentalidade do jogo ainda faz tanta gente perder dinheiro no mercado financeiro

22 de fevereiro de 2026 | 5 a 6 minutos minutos
Atualizado em: 22 de fevereiro de 2026
Mesa de jogo com dados e fichas misturados a gráficos financeiros voláteis em fundo escuro.
Mesa de jogo com dados e fichas misturados a gráficos financeiros voláteis em fundo escuro.

Aviso de responsabilidade. Este conteúdo tem caráter exclusivamente educacional e informativo. Não se trata de recomendação de investimento. O mercado financeiro envolve riscos, volatilidade e possibilidade de perdas. Antes de investir, avalie seu perfil, seus objetivos e busque conhecimento adequado.

Quando o vício no ganho rápido encontra o mercado financeiro

Nos últimos anos, milhões de pessoas tiveram o primeiro contato com dinheiro “investido” por meio de jogos de azar, plataformas de apostas e as famosas bets. Esse mercado, sozinho, já movimentou algo em torno de R$ 37 bilhões, criando uma geração inteira acostumada a uma lógica perigosa: ganhar muito em pouco tempo ou perder tudo rapidamente.

O problema é que, quando essas pessoas migram para o mercado financeiro — especialmente para o copy trade — elas não chegam zeradas. Chegam carregando traumas, expectativas irreais e um comportamento moldado pelo jogo.

Medo intenso de perder, urgência absurda para dobrar capital e frustração rápida quando os resultados não são imediatos. Esse combo é explosivo.

O trauma da perda e a pressa pelo dobro

Quem vem do “mundo das bets” normalmente já perdeu dinheiro. Às vezes pouco, às vezes muito. Isso gera um paradoxo curioso: a pessoa entra no copy trade dizendo que quer algo “mais seguro”, mas, ao mesmo tempo, quer recuperar tudo rápido.

Ela quer segurança, mas exige retorno de aposta. Quer consistência, mas só aceita resultados se forem explosivos. E quando isso não acontece, a culpa raramente cai sobre a expectativa errada — cai sobre a estratégia.

É comum ouvir frases como: “5% ao mês é pouco”, “assim nunca vou enriquecer”, “isso demora demais”. O detalhe é que, no mercado financeiro real, 5% ao mês de forma consistente é algo extremamente raro.

Ganhar mais é possível? Sim. O custo é matemático.

No copy trade, dobrar capital é possível. Isso não é mentira. O que quase ninguém quer aceitar é o preço disso.

Retornos maiores exigem mais risco. Não é opinião, é matemática. Aumentar alavancagem, operar estratégias mais agressivas ou reduzir margens de segurança aumenta a chance de ganhos rápidos — e, na mesma proporção, aumenta a chance de perdas grandes.

Quem vem do jogo costuma aceitar o risco sem perceber. Está acostumado a perder tudo em uma rodada. O problema é que, quando isso acontece no mercado financeiro, a frustração é muito maior, porque havia uma expectativa de “investimento”, não de aposta.

Por que 5% ao mês parece pouco para quem vem das apostas?

Porque o referencial está quebrado.

No jogo, o cérebro é treinado para picos de dopamina. Um ganho grande em pouco tempo vira o padrão mental. Tudo que foge disso parece lento, sem graça ou “injusto”.

No mercado financeiro, o jogo é outro. Consistência vence intensidade. Sobrevivência vence emoção. Quem aprende isso cedo tende a durar. Quem não aprende, troca de estratégia, de trader, de método — até acabar sem capital.

O problema não é o copy trade. Não é a estratégia. É a mentalidade que veio antes.

Onde o copy trade entra como solução — e não como promessa

O copy trade sério não foi feito para quem quer emoção. Ele foi feito para quem quer processo.

Estratégias bem estruturadas aceitam meses negativos, priorizam gestão de risco e trabalham para proteger capital antes de buscar crescimento. Isso entra em choque direto com a mentalidade do jogo, onde perder faz parte do “entretenimento”.

Quando o investidor entende que perder pouco faz parte do caminho para ganhar no longo prazo, o copy trade começa a fazer sentido. Antes disso, qualquer estratégia vai parecer ruim.

A primeira mudança não é financeira. É mental.

Antes de pensar em dobrar capital, é preciso aprender a não destruí-lo. Antes de buscar retornos agressivos, é necessário entender o próprio perfil de risco. E, acima de tudo, é fundamental desaprender a lógica do “tudo ou nada”.

O mercado não recompensa pressa. Ele recompensa quem permanece.

Dentro da Academia do Hendi de Copy Trade, essa mudança de mentalidade é um dos primeiros pilares trabalhados. Não se trata de prometer ganhos rápidos, mas de ensinar como construir resultados possíveis, sustentáveis e alinhados com a realidade do mercado — especialmente para quem vem de experiências ruins com apostas.

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Conclusão

Quem vem do mundo das bets não está errado por querer ganhar dinheiro. O erro está em trazer para o mercado financeiro a mesma lógica do jogo.

Copy trade não é aposta. É gestão, paciência e adaptação. Enquanto a mentalidade não muda, nenhuma estratégia será suficiente.

Quando ela muda, até 5% ao mês deixa de parecer pouco — e passa a ser exatamente o que mantém o investidor no jogo certo.

Reforço final de aviso. Copy trade e investimentos em mercados globais envolvem risco e volatilidade. Resultados passados não garantem resultados futuros. Educação financeira, gestão de risco e alinhamento de expectativas são indispensáveis.

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